Eu sempre fantasiei com o dia em que mataria minha mãe. Esmagaria seu belo crânio com a panela, onde ela fazia questão de cozinhar comida estragada para mim, ou talvez cortaria seus pulsos e cobriria com álcool e chamas. No fim, o medo de uma prisão com grades reais, me fez optar por veneno de rato. Vinte anos depois, lendo o diário da minha filha, descobri que ela é muito mais criativa.

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